Seus dados
Política de privacidade
O que este site coleta, por quê, com quem compartilha — e o que acontece quando você pede para apagar.
Como falar sobre os seus dados
Para qualquer pedido sobre os seus dados — saber o que temos, corrigir, ou apagar — use a página de contato. É o canal que registra o pedido, e é o que garante que ele não se perca.
O que coletamos, e quando
Só o que cada ação exige. Nada é pedido “para o caso de”.
Quando você fala com a gente
Nome, e-mail e o assunto do seu interesse. WhatsApp e mensagem são opcionais — o formulário diz isso, e o campo em branco não trava nada.
Quando você cria acesso
Nome e e-mail. WhatsApp opcional. Não existe senha neste site: o acesso é por link enviado ao seu e-mail, então não há senha sua guardada em lugar nenhum — nem cifrada.
Quando você compra
Aqui no site você digita três campos: nome, e-mail e WhatsApp. O e-mail é para onde vai a entrega; o WhatsApp é opcional, e só entra em contato se você marcar a caixa que pede sua autorização.
O pagamento acontece fora daqui, no site da empresa que processa a cobrança. Quando você clica em pagar, você sai do nosso site — e é lá, no ambiente dela, que você informa os dados do pagamento. Nada do seu cartão passa por nós: nem número, nem validade, nem código de segurança, em momento nenhum.
Ela não pede o seu endereço, e isto mudou em setembro de 2026: o produto é um arquivo digital, não há entrega física, e a empresa que processa a cobrança hoje não coleta esse dado. Se você comprou antes dessa data, o endereço que você informou continua guardado com aquela compra, pelo motivo descrito mais abaixo.
Depois que o pagamento é confirmado, essa empresa nos devolve o registro da cobrança, e nós o guardamos junto da compra:
- nome — para te chamar pelo nome em vez de pelo endereço de e-mail, e para identificar o seu exemplar;
- CPF — quando a empresa de pagamento o devolve, o que hoje acontece principalmente nas compras com cartão. Serve só para identificar o seu exemplar do livro, como explicado abaixo;
- e-mail de quem pagou — que pode ser diferente do e-mail de entrega, se você comprou com o cartão de outra pessoa. Os dois ficam registrados, e a entrega vai sempre para o que você digitou aqui;
- celular de quem pagou — registrado com a compra. Ele não nos autoriza a te chamar no WhatsApp: esse contato só acontece se você deixar o seu número na sua estante, marcando a caixa que pede sua autorização. São coisas separadas de propósito, e no nosso banco de dados também.
- endereço — só nas compras feitas entre 1º e 3 de setembro de 2026, quando a empresa de pagamento de então o coletava e o devolvia dentro do registro. Não usamos para nada: não há entrega física e você não vai receber correspondência nossa. Compras feitas fora desse período não têm endereço guardado.
- como você pagou — se foi Pix ou cartão, o valor, a data e o comprovante da transação. No cartão, também a bandeira e os quatro últimos dígitos.
O registro da cobrança é guardado inteiro, do jeito que a empresa de pagamento o devolve — e foi assim que o endereço chegou a ser guardado, nas compras do período citado acima. O motivo é conferência: uma venda contestada, um valor que não bate, uma cobrança que precisa ser reconstituída meses depois.
Ele não serve a mais nada aqui. O produto é um arquivo, não há nada para entregar num endereço, e ele não é usado para te encontrar. Se você quiser esse registro apagado, é só pedir — ele sai sem levar a sua compra junto, e o acesso ao que você comprou continua de pé.
Você nunca digita o CPF aqui, e se ele vier em formato que não confere, nós o descartamos — nesse caso o seu exemplar sai sem ele, e nada muda para você.
O que vai impresso no seu livro
O PDF que você baixa é o seu exemplar, e ele sai identificado. Em todas as páginas vão, no pé, o seu nome, o seu e-mail, o seu WhatsApp (se você tiver deixado), parte do seu CPF e um código da sua compra. O seu e-mail também aparece em marca d'água no meio da página, e a segunda folha do arquivo repete esses dados junto de um aviso de direito autoral.
O CPF sai mascarado — aparecem seis dígitos, como ***.456.789-**. É o suficiente para você reconhecer que o exemplar é seu, e é essa marca que faz pensar duas vezes antes de repassar. Não é o suficiente para quem receber o arquivo usar o seu documento — os dígitos que faltam não estão em lugar nenhum do PDF.
E é o que nos permite proteger o trabalho sem travar o seu arquivo: ele abre em qualquer aparelho, imprime, funciona com leitor de tela, e é seu para sempre. Não usamos senha, não bloqueamos cópia e não impedimos impressão — nada disso atrapalharia um pirata, e atrapalharia você.
Guarde o arquivo como você guardaria um documento seu, porque é o que ele é. Se precisar mandar o livro para alguém, mande o link da página de vendas — não o PDF.
Depois que você compra
Na sua biblioteca aparece um convite para deixar o WhatsApp: uma caixa de autorização que já vem desmarcada, e é ela que revela o campo do número. Marcar a caixa é a autorização — é o único jeito de o Daniél te chamar por lá, e serve para os lembretes do plano e para você tirar dúvidas.
Não marcar não tira nada de você: o produto, o acesso e a garantia continuam exatamente iguais, e nada é guardado — nem o número, nem o fato de você ter deixado a caixa em branco. É por isso que o convite pode aparecer de novo numa próxima visita: não existe registro de que você não quis.
Depois de marcar, você pode desligar quando quiser: a caixa continua na sua biblioteca, marcada e mostrando o número guardado. Desmarcá-la apaga o número e a autorização na hora — você sai da lista de quem pode ser chamado, e o convite volta desmarcado. Se mudar de ideia, é só marcar de novo.
Houve um tempo em que o convite trazia um botão de “Não, obrigado”. Quem usou aquele botão continua sem ver o convite, em qualquer aparelho: aquela recusa foi registrada e continua valendo.
De onde você veio
Se você chegou por um anúncio ou campanha, guardamos os identificadores dessa origem — os parâmetros da campanha, ou apenas o site que te trouxe. Guardamos a primeira visita e nunca sobrescrevemos.
Junto vão os identificadores que o próprio Meta grava no seu navegador quando você clica num anúncio dele. Eles não dizem quem você é para nós; servem para a plataforma reconhecer que a compra veio daquele anúncio.
O mesmo vale para os identificadores que o Google Analytics grava no seu navegador. Eles dizem que aquela compra pertence à mesma visita em que você chegou — sem eles, a venda apareceria para nós como se você tivesse vindo de lugar nenhum. Também não dizem quem você é.
Ao finalizar uma compra, guardamos também o endereço de rede e o navegador usados naquele momento. Ficam registrados com a compra porque o pagamento por Pix é confirmado horas depois, por um aviso do banco — e naquela hora esses dados já não existem mais. É a mesma informação que aparece logo abaixo, em com quem compartilhamos.
Sempre que você envia um formulário — um contato, um pedido de vaga, um agendamento ou o seu acesso — guardamos junto a cidade e o estado aproximados de onde o pedido chegou. Você não digita nem autoriza nada em tela: é o endereço de rede que a hospedagem já resolve, traduzido para um lugar. Ele serve para sabermos de que regiões vêm as pessoas que nos procuram, e para não anunciarmos onde não atendemos.
É aproximado, e às vezes erra — quem usa VPN ou rede de celular costuma aparecer em outra cidade. Quando não dá para saber, o campo fica vazio: não inventamos um lugar. E, como a origem da campanha, ele é da primeira vez — voltar de outra cidade não reescreve o que já estava lá.
O que nunca coletamos
- Senha — não existe no sistema.
- Número do cartão, validade e código de segurança — não passam por nós em momento nenhum; ficam na empresa de pagamento. O que fica registrado aqui é a bandeira e os quatro últimos dígitos, que identificam a compra numa contestação e não permitem cobrar nada.
- Informação de saúde sobre você. Quando um formulário pergunta sintomas ou o que você já tentou, essa resposta é enviada por e-mail a quem vai te atender e não é gravada no banco de dados. Fica registrado apenas que o envio aconteceu, e quando.
Com quem os dados são compartilhados
Com quem é necessário para o site funcionar, e nada além. Não vendemos dado a ninguém.
- Empresa de pagamento — processa a cobrança, e é a ela que você informa nome, e-mail, CPF, celular e endereço na hora de pagar.
- Serviço de envio de e-mail — entrega o seu acesso e as mensagens do site.
- Meta e Google — recebem eventos de uso e de compra, para medir os anúncios. Seu e-mail, telefone, cidade e estado, quando enviados ao Meta, vão embaralhados, num formato que não pode ser revertido. Endereço de rede e navegador vão sem esse embaralhamento.
- Hospedagem e banco de dados — onde o site roda e onde os registros ficam.
Esses serviços operam em infraestrutura fora do Brasil, o que significa que os dados podem ser processados no exterior.
Cookies
- Sessão — mantém você conectado. Sem ele, não há como entrar.
- Origem da campanha — guarda por onde você chegou, por 90 dias.
- Medição de anúncio — gravados pelo Meta e pelo Google quando a medição está ativa.
- Análise de experiência — gravados pelo Microsoft Clarity, que registra como as páginas são usadas.
Você pode bloquear ou apagar cookies nas configurações do seu navegador. Os de medição podem ser bloqueados sem prejuízo ao uso do site; sem o de sessão, o acesso à área logada não funciona.
Gravação de sessão e mapas de calor
Usamos o Microsoft Clarity para entender como as páginas são usadas: até onde as pessoas rolam, onde clicam, e em que ponto desistem. Ele registra a navegação — movimento, rolagem, cliques e a sequência de páginas — e monta mapas de calor a partir disso.
O que ele não registra: nada do que você digita. Campos de formulário, endereços de e-mail e números são mascarados na origem — não saem do seu navegador. Os dados de cartão são digitados dentro do componente do provedor de pagamento, que a ferramenta não alcança de forma alguma.
O seu e-mail não vai para lá — em campo nenhum, em momento nenhum. O que viaja, quando você está com a sessão aberta, é um código interno da sua conta e o seu nome, quando você tem um cadastrado. O código não diz nada fora do nosso sistema; o nome existe para a gente reconhecer a sua sessão se você escrever pedindo ajuda.
Vai junto a origem da sua visita — de qual anúncio ou campanha você chegou —, a mesma informação que já é usada na medição de anúncio. É o que permite olhar as gravações de quem veio de uma campanha específica.
Quando uma compra acontece, viaja também o identificador daquela compra — outro código que só faz sentido dentro do nosso sistema.
Carregando a sua preferência…
Apagar os seus dados
Se você tem conta, existe um botão de excluir a conta na sua página de conta. Ele apaga de verdade — não é uma marcação que esconde o registro. Vão junto o seu cadastro, as suas sessões e o histórico do que você leu. Se houver assinatura ativa, ela é encerrada e a cobrança para. Não dá para desfazer.
Duas coisas continuam existindo, e é honesto dizer:
- O registro de uma compra permanece, com o e-mail usado nela. É o comprovante de uma venda que aconteceu, e ele sustenta obrigações fiscais e a própria garantia.
- Uma mensagem que você enviou pelo formulário de contato permanece: é o registro de uma conversa comercial, e não está ligado a uma conta.
Para pedir a remoção desses registros, ou qualquer outro direito — confirmar o que temos, corrigir algo errado, saber com quem compartilhamos — escreva pela página de contato.
Segurança
O site não guarda senha nem cartão, o que remove de saída os dois alvos mais comuns. As páginas trafegam cifradas, o acesso à área logada exige um link enviado ao seu e-mail, e o pedido de acesso responde sempre igual — exista a conta ou não —, para que ninguém descubra por tentativa quem é cadastrado aqui.
Mudanças nesta página
Esta política descreve o que o site faz hoje. Quando o funcionamento mudar, ela muda junto — e é por isso que ela não promete prática que ainda não existe.